Frete grátis acima de R$700

Enviamos para todo o Brasil!

Seu carrinho

Seu carrinho está vazio

Confira essas coleções:

Os benefícios da transição capilar

Os benefícios da transição capilar

Não é fácil a decisão de passar pela transição capilar, mas felizmente existem diversas formas de enfrentar esse processo sem que seu cabelo se torne seu maior inimigo.

É preciso também pontuar, que este é um processo que vem de dentro para fora e que há outras formas de transicionar, sem ser a partir do uso de químicos no cabelo.

Pode ser por alguém que só usa o cabelo preso em rabos de cavalo, tranças e coques, mas nunca fez alisamento e tão pouco usa os cabelos soltos.

A insegurança será inevitável e a paciência imprescindível, já que a maioria das pessoas que fazem a transição capilar não tem ideia de como é a textura natural de seus cabelos, e o mercado e indústria da estética tardiamente estão preparados para receberem esse tipo de público.

Ter consigo pessoas que lhe dão suporte e de fato apoiam emocionalmente faz toda a diferença.

A autoestima, principalmente da mulher, está muito ligada aos cabelos e aos padrões sociais de beleza e feminilidade.

Para quem sofre o corte químico (quando a mistura de produtos reagem de forma que quebram o cabelo), o processo pode ser mais impactante.

Nisso entra o big chop, que é um corte que tira toda a parte alisada do cabelo, deixando somente a raiz que cresceu desde o último alisamento.

É nesse momento que é importante começar a pensar em produtos e modos de cuidar de seu cabelo natural, de forma que você possa se descobrir, sem a frustração de não saber como lidar com o crespo ou cacheado.

Nós demos algumas dicas aqui e aqui.

Quando assumir cabelos bem curtos não é opção, pode-se cortar bimestralmente as pontas alisadas, até que toda a química tenha saído.

Nesse tipo de transição, é preciso saber lidar com as diferentes texturas que seu cabelo terá. Utilizar métodos de texturização pode ser um bom aliado.

texturização é quando você molda seu cabelo de modo a deixá-lo em um único padrão de curvatura. Aqui ensinamos cinco formas de fazer.

Uma das coisas que muita gente opta na transição, é a utilização de box braids, que são tranças feitas em todo cabelo, como forma de alongamento, utilizando cabelo sintético e/ou orgânico.

A tração provocada pelas tranças, aceleram o crescimento do cabelo, porém, se usado por muito tempo, pode causar alopecia, que é uma queda do cabelo.

Além de que, a utilização de braids pode se tornar uma muleta para a pessoa que deixou para trás o alisamento químico, fazendo com que nunca assuma de verdade seus cabelos naturais.

Mesmo com todas essas opções e soluções, o grande baque ainda está no comprimento do cabelo.

Os crespos possuem o que é chamado de fator encolhimento, que devido a curvatura dos fios, o cabelo pode até estar longo, mas com a formação dos pequenos cachos, ele fica aparentemente menor do que realmente é.

Para lidar com isso, uma boa saída são os apliques e alongamentos que não agridem o cabelo natural, como as perucas tic-tacs.

E essa é a principal vantagem dos produtos De Benguela, os alongamentos em tic-tac, dão comprimento e volume para quem já tem um certo tamanho de cabelo e são extremamente práticos, por serem um conjunto de 9 peças, completamente móveis, proporcionando diversas opções de penteados.

Outro tipo de alongamento, é o de entrelace.

É feito trança raiz por toda a cabeça e costurado um tecimento.

Esse método é um dos que protegem o cabelo natural durante a transição, mas é preciso ter cuidados na manutenção e higienização da cabeça, lavando bem entre as tranças e desembaraçando o alongamento desde as pontas até a raiz.

A utilização de trança raiz pode ser usada também para quem opta por perucas, que não dão tanta mobilidade e possibilidade de penteados quanto as meia perucas, mas são práticas e podem ser usadas por qualquer pessoa, em qualquer umas das fases da transição capilar.

Agora, se nada disso lhe é convidativo, você pode raspar sua cabeça e começar do zero, não só o processo de transição capilar, mas também o de se aceitar, amar e se conhecer, do jeito que você é.

Postagem anterior
Próxima postagem

Veja também

Eu me namoro: Solteiras também são apaixonadas por si mesmas.

Eu me namoro: Solteiras também são apaixonadas por si mesmas.

Por De Benguela

Dentro da nossa sociedade sempre foi plantada a ideia de que as pessoas só são felizes partindo do momento em que existe uma relação amorosa com um outro alguém, este...

Ler mais
Aplique e namoro: Uma relação de cuidado, empoderamento mútuo e autoestima

Aplique e namoro: Uma relação de cuidado, empoderamento mútuo e autoestima

Por Marcos Paulo

Quando se busca o resgate com a naturalidade, são tantos e profundos processos, os quais nem sempre são fáceis, que pensar em como tudo isso se manifesta nos relacionamentos amorosos...

Ler mais